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VAMOS AJUDAR DE ALGUMA FORMA O HAITI

No dia 12 de janeiro, um terremoto de 7 pontos de magnitude atingiu o Haiti. Junte-se aos esforços de reconstrução mundiais para ajudar as vítimas do terremoto. A sua doação irá ajudar as vítimas do desastre a reconstruir as suas vidas e as suas comunidades.







































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OITO VIDAS INTERROMPIDAS COVARDEMENTE POR MÃES - MONSTROS EM NOVA IGUAÇU – Brasil.



Cena chocou quem passava pelo bairro Rancho Novo, no acesso à Via Dutra e até policiais experientes ficaram revoltados. Fetos estavam em caixa de papelão junto com vidro cheio do que parecia ser cordões umbilicais das pequenas vítimas. Polícia investiga se atrocidade foi obra de pessoas ligadas a clínica de aborto.

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THOMAS DARÁ A LUZ A UMA MENINA!

TRANSEXUAL MASCULINO ESTÁ GRÁVIDO DE CINCO MESES E RECLAMA DE REJEIÇÃO MÉDICA...


Um relato na revista Advocate chamou a atenção do mundo e dos mais diversos veículos de comunicação essa semana. Um homem nos Estados Unidos estaria grávido. Na verdade o que aconteceu é que o transexual masculino Thomas Beatie engravidou e dará a luz a uma menina em julho deste ano.Thomas é casado há dez anos com uma mulher, Nancy. Ele nasceu mulher, mas trocou de sexo há oito anos. Quando fez a operação ele apenas se submeteu a uma mastectomia – cirurgia para remoção dos seios. Continuou com sua vagina e começou uma terapia com testosterona – o hormônio masculino. “Mantive meus direitos reprodutivos”, afirmou.Como no passado sua esposa passou por uma cirurgia de retirada do útero e o casal decidiu formar uma família, coube a ele engravidar. Thomas parou de tomar suas doses regulares de testosterona e voltou a ovular, não foi preciso tomar remédios para aumentar sua fertilidade."Querer ter um filho biológico não é um desejo feminino ou masculino, é um desejo humano", declarou Thomas. "Eu sou um transexual, legalmente um homem, e legalmente casado com Nancy. Conto com todos os direitos federais de um casamento", acrescentou.
Rejeição A este momento você leitor deve estar curioso para saber como Thomas teria engravidado. Duas palavras: inseminação artificial. Até aí tudo bem. O problema é que não foi tão fácil assim. "O primeiro médico que procuramos era um endocrinologista especializado em reprodução. Ele ficou chocado com a situação e pediu que eu raspasse os pelos faciais. Depois de uma consulta de US$ 300 ele, relutantemente, fez meus exames médicos", relatou. O médico ordenou ainda que o casal fosse examinado por psiquiatras da clínica para avaliar se eles tinham "condições psicológicas" de ter um filho. No entanto, após alguns meses e alguns milhares de dólares, o médico suspendeu o tratamento afirmando que ele e seus funcionários não se sentiam confortáveis por tratar alguém como ele."Médicos nos discriminaram, nos mandado embora por causa de crenças religiosas. Profissionais de saúde se recusaram a me chamar por um pronome masculino ou reconhecer Nancy como minha esposa. Recepcionistas riram da gente", declarou Thomas. Nove médicos foram envolvidos no processo, até que finalmente eles conseguiram acesso a um banco de esperma. Mas tiveram que optar pela inseminação caseira.Sua primeira gravidez foi problemática. Thomas engravidou de trigêmeos, mas os embriões se fixaram fora da cavidade uterina e ele acabou perdendo os embriões e uma de suas trompas. "Quando meu irmão soube disso, disse 'é uma coisa boa isso ter acontecido. Quem sabe que tipo de monstro teria sido?'. Nesta época a de Nancy, sua esposa, não sabia da transexualidade de Thomas.Após nova tentativa, Thomas conseguiu engravidar e hoje está de cinco meses. Ele diz que se sente "incrível". “Apesar de minha barriga estar crescendo com uma nova vida dentro de mim, estou estável e confiante sendo o homem que sou. De forma técnica, me vejo como minha própria 'mãe de aluguel', apesar de que minha identidade como homem é constante. Para Nancy, sou o marido dela carregando nosso filho."

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BREATNEY SPEARS MENSTRUADA...




... ISSO MESMO
NÃO É SÓ SEM CALCINHA QUE ELA ANDA POR AI AGORA É MENSTRUADA.
DOIDINHA ...

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O BEIJO DA GRATIDÃO.



Veja porque uma imagem vale mais do que mil palavras. E ainda há pessoas que acham que o animal não tem nada a nos ensinar...

A foto mostra uma cadela Dobermann lambendo um bombeiro exausto. Ele tinha acabado de salvá-la de um incêndio em sua casa, resgatando-a e levando-a para o gramado da frente. Ela estava prenhe. O bombeiro teve medo dela no incêndio, pois nunca antes ele tinha resgatado um dobermann. Quando finalmente o fogo foi extinto, o bombeiro sentou na grama pra recuperar o fôlego e descansar. Um fotógrafo do jornal 'The Observer' notou o dobermann olhando para o bombeiro. Ele a viu andar na direção dele e se perguntou o que a cachorra iria fazer.
Enquanto o fotógrafo levantava a câmera, ela se aproximou do bombeiro que tinha salvado sua vida e as dos seus filhos e beijou-o.

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VEREADOR DE CAICÓ DIZ QUE VAI SENTAR NU EM "COROA-DE-FRADE"

O vereador Dilson Fontes, o Leleu, disse que se sentará completamente nu sobre um cacto coroa-de-frade no centro da cidade de Caicó (RN) caso Roberto Germano seja candidato a sucessão do prefeito Bibi Costa.



O vereador apresentou as "coroas de frade" que pretende sentar em cima totalmente despido, no centro da cidade, caso o ex-prefeito Roberto Germano seja indicado candidato a sucessão de Bibi Costa pelas forças oposicionistas locais.

E mais: fez questão de posar para fotos ao lado do prefeito Bibi Costa já com a camisa vermelha. Foi aplaudido pela ‘torcida’ particular do prefeito presente ao plenário da Câmara. Se porventura Roberto for escolhido candidato das forças de oposição eu fico com Bibi Costa, garantiu Leleu.

Fonte: Kibeloco


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CASO JUCA KFOURI - À FRAUDE



Depois da divulgação da série de falcatruas que ele cometeu, incontestavelmente, nada do que ele disser ou escrever no futuro terá valor algum.

É o fim de Juca Kfouri.

Ele poderá continuar atuando na área, mas estará marcado definitivamente. Para atacar uma pessoa ou instituição ele é capaz de fazer qualquer coisa, mentir, inventar e inclusive TRANSGREDIR ACINTOSAMENTE A LEGISLAÇÃO. Já se suspeitava que ele agia assim, mas agora HÁ PROVAS a respeito.


Como verdadeiro chefe de quadrilha Kfouri extrapolou todos os limites da ética e do bom senso e se tornou um deliquente comum. Aliciou comparsas de péssima índole e comandou um processo criminoso na rede mundial de computadores.

Interceptou ilegalmente correspondência, adulterou documentos, falsificou e fraudou.

Tal e qual o meliante habilidoso que recorta papéis, forja declarações e fabrica carimbos, Kfouri se transformou no primeiro jornalista-estelionatário da Internet.

A pesquisa continua e o que descobrimos até agora pode ser só a ponta do iceberg. No campo abordado pelas apurações, há muito tempo Kfouri pode estar vivendo na mais pura marginalidade.

Juca Kfouri, 60 anos, jornalista não diplomado, Leandro Santiago, oriundo do interior paulista e militando em Belém-PA, e o desconhecido Paulinho, que "escreve" em um Blog gratuito, formam o trio uspeito da crônica esportiva brasileira. Todos serão incursos em vários artigos do Código Penal Brasileiro. Violaram e manipularam e-mails exclusivos do Portal Futebol Interior.

Para mais informacoes e a reportagem completa, acessem o link abaixo:
http://www.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=35649

FONTE: Futebol Interior

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HOMEM MACACO


Homens e bichos na dimensão fotográfica

Pieter Hugo é um baita de um profissional da fotografia que, por onde passa, recolhe imagens de homens e bichos - quase sempre juntos nas fotografias. Elas estão agrupadas na web no portal Pieter Hugo Photography.

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FOTOGRAFIAS QUE ABALARAM O MUNDO




Em 1994, o prémio Pulitzer de Fotojornalismo foi ganho com esta fotografia chocante de uma criança sudanesa, que viria a atrair as atenções do Mundo para o drama humanitário que se vivia, e ainda vive, no Sudão e um pouco por todo o Continente Africano. Campo de ensaio do mundo dito civilizado que tenta há séculos arrogantemente impôr modelos de organização social, política e económica baseados nos seus conceitos civilizacionais, a África permanece um continente tribal, sem que contudo os "civilizadores" alguma vez tenham descurado a sua recompensa para o "magnânimo gesto", quase renascentista, de "espalhar a fé e a democracia pelos cafres": o saque.

O fotógrafo sul-africano Kevin Carter foi o autor desta fotografia obtida em 1993 em Ayod, um pequeno distrito do estado de Junqali, Sudão, que percorreu o Mundo inteiro: a figura esquelética de uma pequena menina, totalmente desnutrida, vergando-se sobre a terra, esgotada pela fome, prestes a morrer, arrastando-se para um campo alimentar da ONU que distava um quilómetro dali, enquanto em segundo plano a figura negra e expectante de um abutre aguarda a morte da garota.

Carter disse que esperou cerca de vinte minutos para que o abutre se fosse embora e, como tal não sucedia, rapidamente tirou a foto, espantou o abutre açoitando-o, e abandonou o local o mais rápido possível.

Muitas vozes se levantaram na época contra a atitude de Carter, comparando-o de certa forma ao abutre e questionando-o porque não tinha ajudado a criança. Embora na altura os fotógrafos tivessem um código de conduta rígido que implicava, neste tipo de cenários, nunca se abeirarem das pessoas famintas pela possibilidade de transmissão de doenças, Kevin confessou estar arrependido por não ter ajudado a menina.

Carter era um dos integrantes do chamado Bang-Bang Club, um grupo de quatro amigos, fotojornalistas, que se dedicaram a expôr aos olhos do mundo o brutal regime do apartheid sul-africano. Em meados dos anos 80 Carter foi o primeiro a fotografar uma execução pública por necklacing na África do Sul, e ao longo da sua carreira vivenciou incontáveis episódios de violência em teatros de guerra e de desastre humanitário.

Dois meses depois de ter recebido por esta imagem o Pulitzer Prize for Feature Photography de 1994, amargurado e castigado pela culpa, psiquicamente instável, dependente de estupefacientes e destroçado pela morte de um dos seus amigos íntimos e elemento do Bang-Bang Club, Ken Oosterbroek , Kevin Carter suicidou-se. Tinha 33 anos e deixou esta nota de despedida:

"I am depressed ... without phone ... money for rent ... money for child support ... money for debts ... money!!! ... I am haunted by the vivid memories of killings & corpses & anger & pain ... of starving or wounded children, of trigger-happy madmen, often police, of killer executioners...I have gone to join Ken if I am that lucky."

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LULA LÁ ... E O POVO...?




O "Presidente" foi a Itinga, dia desses qualquer, no vale do Jequitinhonha,
para inaugurar uma ponte, e foi agraciado com uma camiseta vermelha, com a
estrela do PT. Vejam o mico que o barbudo pagou!

A camiseta lhe foi entregue com a parte da frente voltada para ele. Ao
estendê-la para ver sua foto ele expôs a parte de trás para os outros. Veja
só a cara dele quando viu o que todos os presentes já tinham visto. Um
fotógrafo amador flagrou o lance !!!




O fabricante do brinquedo "Lula de Pelúcia" está fazendo um recall para troca ou devolução do dinheiro devido a uma série de falhas de fabricação, conforme listadas abaixo.
1) Pega uma pilha danada.
2) Tem a fala presa.
3) Só diz "Eu não sabia" .
4) Não tem cérebro.

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O valor da felicidade





Um estudo questiona a eficácia dos antidepressivos. E novas pesquisas mostram que a infelicidade pode ser boa para nós



Quando foi lançado nos Estados Unidos, em 1987, o mais famoso medicamento antidepressivo do mundo chegou a ser apontado, pela revista Scientific American, como um “anjo que ilumina as trevas da alma”. O Prozac foi o primeiro de uma série de remédios que visam alterar o nível de serotonina, uma substância química do cérebro relacionada à sensação de prazer. Com as mudanças das últimas duas décadas no modo como a ciência médica encara a depressão, esses medicamentos se tornaram campeões de venda.

O número de pílulas consumidas no mundo inteiro pulou de 4 bilhões, em 1995, para 10 bilhões, em 2004, um aumento de 150%. No Brasil, também se registrou um salto. Há três anos, 20,6 milhões de comprimidos foram vendidos no país. No ano passado, foram 24,4 milhões (um aumento de 18,5%).

Por isso, um estudo lançado na semana passada na Public Library of Science Medicine (Biblioteca Pública da Ciência Médica) causou grande impacto. O pesquisador Irving Kirsch, da Universidade de Hull, no Reino Unido, e seus colegas revisaram os estudos clínicos de vários antidepressivos e concluíram que, nos casos de depressão leve, seus efeitos não são melhores que os de placebos. (Os placebos, pílulas sem substância ativa, são usados em um grupo separado de pacientes para avaliar quanto da melhora se deve ao remédio e quanto apenas ao efeito psicológico de ser atendido e medicado.)

Kirsch utilizou estudos que a indústria não havia divulgado. Os laboratórios foram obrigados a liberá-los pela Food And Drug Administration, o órgão regulador de medicamentos dos Estados Unidos. A indústria rebateu a conclusão, dizendo que Kirsch analisou poucos estudos. Além disso, outro estudo, lançado também na semana passada pelo Escritório Nacional de Pesquisas Econômicas dos Estados Unidos, afirma que o uso de antidepressivos ajuda a diminuir a taxa de suicídios.

Essa discussão provavelmente terá vida longa. E dá força a uma questão de fundo: s por que buscamos com tamanha avidez a felicidade?

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Empresário é preso suspeito de aplicar golpes pela internet





O empresário Jack Roberto Silva de Oliveira foi preso na noite desta quinta-feira (28) em Ribeirão Preto, a 314 km de São Paulo, suspeito de fraude na venda de aparelhos de informática. Ele estava com prisão preventiva decretada pela Justiça e foi detido em seu apartamento.

O empresário é acusado de golpes em todo país, por meio da loja virtual Criart, com sede em Ribeirão Preto. Segundo a polícia, ele comprava empresas de informática em dificuldades financeiras, mantinha a mesma razão social e continuava vendendo os produtos - que depois não eram entregues aos clientes.

O caso está sendo investigado desde março do ano passado e pelo menos 150 boletins de ocorrência foram registrados. A polícia estima um prejuízo de R$ 5 milhões. O empresário também é investigado por aplicar golpes em nome de outras cinco empresas.

Oliveira prestou depoimento à polícia e foi levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ribeirão Preto. Sua advogada, Cláudia Seixas, afirmou que vai entrar com pedido de revogação da prisão preventiva. Ela entende que não há motivo para isto, pois o empresário não estava em fuga e sim em seu apartamento, onde atendeu à ordem de prisão.

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AS 20 PODEROSAS DA MÚSICA





A revista Forbes divulgou essa semana a relação das mulheres que mais faturaram na música, em 2007. Como toda lista, esta traz algumas surpresas. As “veteranas” estão com tudo: os três primeiros postos ficaram com as cantoras Madonna (de 49 anos), com US$ 72 milhões; Barbra Streisand (65 anos) com US$ 60 milhões; e Celine Dion (39 anos) com US$ 45 milhões. Já Britney Spears, mesmo tendo lançado um bom CD e com toda a mídia divulgando cada um de seus passos (na maioria das vezes trôpegos), nem conseguiu ficar entre as 10 mais – amargou o 14º posto, pois faturou “apenas” US$ 8 milhões em 2007, abaixo das colegas Christina Aguilera (em 7º), Hilary Duff (11º) e Avril Lavigne (12º). Confira abaixo a lista das 20 poderosas da música e repare a estranha ausência da caribenha Rihanna, que estourou em 2007 com o hit “Umbrella”. A nova musa das pistas ficou de fora dessa festa.



1. Madonna - US$ 72 milhões
2. Barbra Streisand - US$ 60 milhões
3. Celine Dion - US$ 45 milhões
4. Shakira - US$ 38 milhões
5. Beyoncé - US$ 27 milhões
6. Gwen Stefani - US$ 26 milhões
7. Christina Aguilera - US$ 20 milhões
8. Faith Hill - US$ 19 milhões
9. Dixie Chicks - US$ 18 milhões
10. Mariah Carey - US$ 13 milhões
11. Hilary Duff - US$ 12 milhões
12. Avril Lavigne - US$ 12 milhões
13. Martina McBride - US$ 12 milhões
14. Britney Spears - US$ 8 milhões
15. Carrie Underwood - US$ 7 milhões
16. Nelly Furtado - US$ 7 milhões
17. Fergie - US$ 6 milhões
18. Jennifer Lopez - US$ 6 milhões
19. Sheryl Crow - US$ 6 milhões
20. Norah Jones - US$ 5,5 milhões

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Seu óleo de soja é transgênico?




Pela primeira vez o símbolo dos transgênicos apareceu no supermercado. Os produtos “pioneiros” foram os já conhecidos óleos de soja Soya e Primus, da multinacional Bunge, que acatou a decisão judicial que saiu em setembro, conforme já publicamos neste blog. Por que o fabricante não tinha rotulado ainda? Porque alegava que seus produtos não tinham nem 1% de conteúdo transgênico, que é o que a lei estipula como condição para a indicação aparecer no rótulo.

Mas a Justiça entendeu que não importa a quantidade: se tem algum resquício de transgênico, o consumidor deve saber. Como? Prestando atenção à embalagem e procurando um triângulo amarelo com um “T” dentro (há quem diga que parece um sinal de trânsito). Mas a Bunge já avisou não rotulará desta forma nenhum outro produto.

A pesquisadora Alda Lerayer, especialista no assunto, lembrou que 70% dos alimentos industrializados contêm algum derivado da soja, e estima-se que 65% da soja plantada no Brasil é transgênica. Será que rotular só óleo de soja vai fazer realmente alguma diferença?

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A Amazônia em Nova York





partir de abril, a cidade mais cosmopolita do mundo, Nova York, vai ganhar ares de selva. Até julho, estará em cartaz a exposição Brasil Amazônia, considerada pelos organizadores como a maior mostra já feita sobre o tema. Espera-se que mais de 250 mil pessoas participem das atividades que integram a exposição.

A programação se espalhará por 11 pontos da cidade, incluindo a sede da ONU, onde acontecerá a Conferência das Nações Unidas sobre o Aquecimento Global e os Impactos das Mudanças Climáticas na Amazônia. A exposição mostrará como as mudanças climáticas podem afetar a maior floresta tropical do mundo e apresentará projetos que promovam o desenvolvimento sustentável da região.

“O objetivo é mostrar que a Amazônia é linda, sim. Mas que tem problemas e que há milhões de pessoas que vivem lá”, diz Ana Cláudia Agazzi, diretora-executiva da exposição. Ana Cláudia conta que parte do dinheiro arrecadado com a bilheteria vai para um fundo destinado a organizações não-governamentais que atuem na região.

Confira algumas das atividades:

* Mapa vivo da Amazônia – é principal atração do evento. O público caminhará por uma instalação com rios, pontos geográficos, cidades e casas autênticas da região amazônica no South Street Seaport, no pier 17. Também haverá oficinas com artesãos
* Festival de cinema no Smithsonian Institute
* Exposição Amazônia Design, Moda e Ecomercado, no World Financial Center - mostrará os produtos típicos da região e experiências inovadoras de produção sustentável
* Apresentações musicais, palestras e teatro infantil no Central Park

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DINHEIRO PARA SAIR DO PETRÓLEO





Os três maiores bancos dos Estados Unidos - o Citigroup, o JPMorgan Chase e o Morgan Stanley - assinaram um acordo em que se comprometem a investir em novas alternativas para os combustíveis fósseis. A idéia é estudar usinas termelétricas do país que consumam menos combustíveis fósseis, e emitam menos gás carbônico, responsável pelo aquecimento global. O acordo pretende estimular o comércio de créditos de carbono, mesmo que o país não tenha fixado limite algum de emissões para orientar os empresários. Os bancos afirmam também que desejam colaborar para reduzir ou até acabar com a necessidade de os Estados Unidos manterem reservas de segurança de petróleo. É uma meta ambiciosa.

Enquanto empresas privadas entram na briga contra o aquecimento global, o governo foge dela. O Departamento de Energia anunciou que não poderá cumprir a promessa de contribuir com US$ 1,3 bilhões para o projeto FutureGen, que financia pesquisas para diminuir as emissões de carbono. O projeto era o grande argumento do governo americano de que estava trabalhando para combater as mudanças climáticas.

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CARTÃO DE CRÉDITO






Os abusos com cartões
Como uma arma criada para moralizar os gastos públicos acabou tendo o efeito oposto

O cartão corporativo não existe só no Brasil. Ele é adotado por governos considerados inovadores na administração pública, como Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos. Passou a se disseminar por vários países como forma de manter sob controle os gastos cotidianos dos funcionários públicos. Serve para comprar material de escritório, pagar combustível, refeições, passagens, diárias de hotel e toda sorte de despesas legítimas e necessárias para o funcionamento do governo. Além de evitar a burocracia por facilitar pequenos gastos, ele ajuda na fiscalização. Inspecionar extratos de um cartão é muito mais simples que verificar as dezenas de notas fiscais que o servidor público teria de apresentar para comprovar suas despesas pelo método tradicional.

No Brasil, esse dinheiro de plástico, adotado no fim de 2001, tem sido usado com maior freqüência a cada ano. Em 2007, as autoridades e os funcionários do governo federal pagaram R$ 78 milhões de despesas usando o cartão, mais que o dobro do valor registrado no ano anterior. Desse montante, 75%, ou R$ 58 milhões, foram sacados em caixas eletrônicos, para gastos com dinheiro vivo, de difícil comprovação.

O melhor controle é o cartão

A leitura dos comentários de leitores aos textos dos convidados mostra que as reações políticas ao caso acompanham bastante bem as expectativas do público. A maior parte das pessoas quer punição, usualmente qualificada como "exemplar", proibição disto e daquilo e por aí vai.

É exatamente o que os políticos de um lado e outro dizem.Assim, visto que houve irregularidades no uso de cartões por parte de alguns, já tiram a conclusão de que o cartão de crédito é inadequado.

Acabem com o cartão, pedem. Reage então a ministra Dilma e proíbe ministros de usar cartão - como se eles usassem. Na verdade, dos trinta e tantos ministros, só seis tinham cartão. Pois o que acontece é que despesas ministeriais são pagas por assessores. Estes, sim, portam os cartões contra os quais as despesas são lançadas.

Há saques em dinheiro? Proíbam-se os saques em dinheiro. Foi o que fez o governador de São Paulo, José Serra, quanto aos cartões de débito usados pela administração de seu estado (cartões esses que os próceres paulistas querem fazer crer que sejam de alguma forma diferentes de cartões de crédito; trata-se evidentemente da mesma coisa, variando apenas a data em que o fornecedor recebe a grana).

Naturalmente, a medida de limitar ou proibir os saques em dinheiro é mera figuração, e além disso, inviável. Como é que vão pagar um táxi, ou um lanche em Xiririca da Serra? Com cartão? Só em sonhos.

OK, acabe-se com o cartão. E daí? Como é que se vão pagar as despesas correspondentes? Com cheque, dinheiro, conchas, pedrinhas coloridas, algo há de ser. Muda alguma coisa? Claro que não muda. O problema continua idêntico.

Qualquer despesa deve ser controlada, em primeiro lugar, pelo próprio Órgão; em seguida (e por amostragem, porque de outra forma é impossível dado o volume) pelo organismo de controladoria da esfera correspondente; e depois (também por amostragem) pelo Tribunal de Contas respectivo.

Esses controles funcionam mal no Brasil. Mas funcionam muito melhor na esfera federal do que nos estados. Nos municípios, praticamente inexistem controles.

Fora isso, o resto é pueril ou demagogia, ou ambos.


Cartão Corporativo: como utilizá-lo?

O cartão de crédito é um instrumento de pagamento utilizado no mundo inteiro, por pessoas físicas e jurídicas, por governos e iniciativa privada. É indiscutível que o seu uso constitui um procedimento administrativo moderno e mais eficaz do que " as caixinhas " que alguns servidores públicos eram obrigados a manter decorrentes dos "suprimentos de fundos". As facilidades geradas pelos cartões corporativos aliadas aos seus limites e controles precários - desde a implantação em 2001- propiciaram os abusos, da tapioca ao Copacabana Palace.
A essência da discussão retomada neste momento é, ao meu ver, sobre o uso ético dos recursos públicos, debate que Marcus Tullius Cícero travou em Roma , 55 a.C., quando disse que "o orçamento nacional deve ser equilibrado.... e a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada....".

Em tese, todas as vezes em que um funcionário da União, dos Estados e dos Municípios, valem-se de recursos públicos ( financeiros ou materiais) para benefício próprio ou vantagem pessoal, em prejuízo do interesse da sociedade ( que paga os seus salários) estará infringindo o Estatuto e o Código de Ética do Servidor Público, podendo ainda estar cometendo crime de improbidade administrativa.

Os princípios constitucionais da Administraçào Pública são: a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência. Acrescentaria a esses, o princípio da economicidade, sobretudo em se considerando os problemas sociais e as desigualdades que o Brasil possui. Muitas vezes, entretanto, os limites entre o legal e o imoral ou entre o essencial e o extravagante, são tênues.

Não creio que a "liturgia do cargo" exija que uma autoridade hospede-se, sempre, em um hotel cinco estrelas com diárias de até dois salários mínimos e que só possa deslocar-se em veículos oficiais ou alugados. Essa ostentação não tornará a autoridade mais competente nem a fará mais respeitada. Não raras vezes, a mesma autoridade que com recursos públicos se hospeda nos mais caros hotéis do País, quando de férias, viajando com a família, hospeda-se em pousadas ou na casa da sogra...

Um bom conselho para as nossas autoridades federais, estaduais ou municipais, em qualquer época, em qualquer governo, vem do bom senso. Na dúvida, seja austero. Indague a si mesmo se com o seu cartão de crédito pessoal faria exatamente a mesma coisa que pretende fazer com o cartão corporativo. Lembre-se que o Estado não gera qualquer centavo. Ao contrário, utiliza os recursos dos impostos, taxas e contribuições pagos pela sociedade. Em outras palavras, o funcionário público (do mais humilde ao Presidente da República) é pago pela sociedade para agir em nome dela. Se não souber utilizar o cartão corporativo, merece um cartão vermelho.

Quem pensa que o dinheiro público não tem dono, está enganado. Os donos somos todos nós.

O pior são os estados

Os cartões de crédito foram introduzidos sob o argumento de que permitiriam uma redução dos custos de transação em compras emergenciais e/ou de pequena monta. A única forma de avaliar se esse uso tem sido ou não eficiente é pela comparação entre os preços unitários praticados com seu emprego (quanto custa um resma de papel para impressora, por exemplo) e os preços unitários praticados no processo de compra por licitação pública. Tais números comparativos ainda não apareceram, de forma que qualquer opinião a esse respeito será especulação.

O fato de uma ministra ter realizado compras em free-shop com o cartão de crédito não significa necessariamente que todo mundo faça isso, embora a vastidão dos saques em dinheiro (espantosos 75% de todos os gastos saíram assim) não autorize grande otimismo. Para que se consiga determinar a vulnerabilidade dos cartões a esse tipo de desvio de finalidade, seria preciso conhecer os números agregados. Qual é a porcentagem de detentores de cartões que os usaram de forma irregular? Tais números tampouco estão disponíveis.

O fato de as despesas com cartões estarem publicadas no Portal da Transparência (juntamente com praticamente toda a execução orçamentária do Executivo federal, excetuando-se gastos com a Presidência, uma lacuna antiga e absurda) não parece ter estimulado indagações suficientemente agudas a respeito do que fazem estados e municípios. Por exemplo, em São Paulo, estado que gera 32% do PIB brasileiro, cerca de 50 mil agentes públicos portam cartões de débito. Em 2007, as despesas realizadas com esses cartões superaram os R$ 100 milhões (mais do que o gasto com os cartões do governo federal). Quase 45% desse montante saiu como retirada em dinheiro vivo. Minas Gerais é outro estado em que se usam cartões, sendo bem provável que a prática tenha sido adotada em outros estados e municípios. Pois bem: será que os governos desses estados e municípios publicam alguma coisa na Internet? A resposta é não. Governos estaduais e municipais são buracos negros.

Tendo em vista a enormidade de recursos de que dispõe, o governo paulista leva o prêmio de opacidade governamental. Muito pouco de relevante se publica a respeito do desempenho do governo. Já propaganda disfarçada é o que não falta.

Sem informação, não há condições de se realizar controle independente. Nesse sentido, o governo federal está quilômetros à frente.

O problema não é o cartão

O mais novo escândalo que abala o cotidiano do governo e, por que não dizer, da República, tem revelado, no meu entender, uma série de posições e opiniões inadequadas, inconseqüentes e até mesmo bizarras. Estas opiniões e posições têm sido alardeadas por políticos - da oposição e da situação -, pela imprensa e pela opinião do público em geral.

O uso dos cartões corporativos é uma prática difundida em vários países, tanto em governos como em empresas. O problema não está no cartão corporativo, mas evidentemente no uso do mesmo e na surpreendente falta de transparência dos gastos e saques realizados por este meio. Por que razão defino tal fato “surpreendente”?

Ora, venhamos e convenhamos: não há meio mais eficaz e transparente de controle de gastos de funcionários, colaboradores, executivos e executivas, funcionárias e funcionários públicos, do que este. Ademais, o uso do cartão corporativo no governo agiliza a forma de realizar gastos em viagens, no trabalho de cicerone de pessoas oficialmente convidadas para jantares, almoços, etc. Inclusive, isto torna mais razoáveis os procedimentos de saque de dinheiro durante viagens oficiais.

A grande questão é a falta de transparência. Mas há algo mais transparente do que faturas eletrônicas de cartão de crédito. Faturas que deveriam ficar abertas para o público em geral, disponíveis para serem visualizadas nos sites de todas as unidades dos Três Poderes?
A questão que deveria entrar no foco do debate é outra. Não faz sentido pedir somente notas fiscais como comprovantes. Todo mundo sabe como é fácil superfaturar - prática detestável em qualquer organização, aliás - um recibinho de táxi. A solução para o problema dos cartões corporativos no governo está, na verdade, no uso dos mesmos. Deve-se estabelecer um teto máximo de saque para viagens ou atividades relacionadas ao trabalho do burocrata ou do político e as faturas devem ser publicadas on line.

O verdadeiro problema do Brasil é que o Estado brasileiro é um monstro, um Leviathan, lembrando de Hobbes, descontrolado, que suga 40% da riqueza nacional (carga tributária) e não consegue realizar um gasto público mais eficaz, transparente, justo e racional. Mas este é tema para uma outra provocação, apesar de ser o pano de fundo de todas estas discussões sobre corrupção, fraude e uso impróprio dos recursos da República. Aliás, no Brasil, não sabemos realmente o que é uma República.

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COMISSÃO EUROPÉIA MULTA A MICROSOFT EM US$ 1,35 BILHÕES DE DÓLARES




Empresa ignorou sanções determinadas para corrigir violações às regras de concorrência. Em 2004, empresa foi considerada culpada de abuso de posição dominante no mercado


A Comissão Européia impôs uma multa recorde contra a Microsoft nesta quarta-feira (27). A empresa terá que pagar 899 milhões de euros (US$ 1,35 bilhão) por desafiar sanções determinadas em 2004 para corrigir violações às regras de concorrência do bloco de países. A multa supera em muito o valor da penalidade original estabalecido pela UE.

O valor, que corresponde a multas diárias pelo período de 21 de junho de 2006 a 21 de outubro de 2007, é o mais elevado da história a apenas uma empresa. O órgão informou que nenhuma outra empresa havia ignorado sanções antes.

A multa foi acrescentada à condenação inicial de 497 milhões de euros infligida por Bruxelas à Microsoft em março de 2004, quando a empresa americana foi considerada culpada de abuso de posição dominante no mercado dos programas de informática.

"A Microsoft foi a primeira empresa em 50 anos de políticas de defesa da concorrência da UE que foi multada pela Comissão por não atender a uma decisão antitruste", afirmou a comissária de proteção da competição do bloco de países, Neelie Kroes, em comunicado.

"Questões do passado"

A Comissão decidiu em 2004 que a Microsoft não forneceu as necessárias informações de interoperabilidade para empresas rivais que produzem softwares servidores. Esse tipo de programa opera impressoras e outros equipamentos e sistemas em pequenos grupos de escritório, mas precisa conectar-se a computadores com Windows.

Em resposta à multa da Comissão Européia, a Microsoft afirmou que a penalidade refere-se a "questões passadas" e que agora a empresa está olhando para o futuro.

"Estamos analisando a ação da Comissão. A Comissão anunciou em outubro de 2007 que a Microsoft atendeu totalmente a decisão de 2004, então essas multas são sobre questões que foram resolvidas", informou a companhia em comunicado.

"Como demonstramos na semana passada com nossos princípios de interoperabilidade e ações específicas para aumentar a abertura de nossos produtos, estamos nos concentrando em medidas que melhorarão as coisas no futuro", acrescentou a empresa.

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PETROBRÁS CONFIRMA 3 MORTOS EM QUEDA DE HELICÓPTERO




Uma das vítimas era funcionário da empresa Sparrows BSM Engenharia. Dois corpos estão no fundo do mar, dentro de aeronave, na Bacia de Campos.


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A Petrobras confirmou, por meio de nota oficial nessa quarta-feira (27), que três pessoas morreram no acidente com um helicóptero em Campos, no Norte Fluminense.

Um dos mortos foi identificado como Marcelo Manhães dos Santos, funcionário da empresa Sparrows BSM Engenharia. Os outros dois corpos, ainda não identificados, foram encontrados dentro do helicóptero, no fundo do mar. Eles ainda não foram resgatados.

Ainda segundo a nota, mais duas pessoas continuam desparecidas. A Petrobras informou, ainda, que "instaurou uma comissão interna de acompanhamento da investigação do acidente, que será feita pelos órgãos competentes (Marinha, Aeronáutica e Polícia Civil).

Co-piloto resgatado está bem
O co-piloto Sérgio Ricardo Muller, que está internado no Hospital municipal de Macáe e foi uma das vítimas resgatadas, passa bem e deve ser liberado ainda nesta quarta-feira (27), segundo informou a assessoria da unidade.

Segundo o hospital, o paciente sofreu escoriações leves, mas nenhuma fratura ou dano interno. Ele está em observação e passa por exames complementares neurológicos. Se nada for constatado, será liberado ainda nessa quarta.

O co-piloto foi uma das vítimas resgatadas do acidente com um helicóptero que fez um pouso forçado em alto-mar à tarde na Bacia de Campos, em Macaé, na Região Norte Fluminense. A Petrobras informou que 15 pessoas foram resgatadas da água com vida.

Diferentemente do que foi informado pela empresa, a assessoria do hospital confirmou que apenas o co-piloto deu entrada na unidade municipal. A assessoria não soube informar para onde foram levadas todas as 14 vítimas resgatadas. A lista com os nomes de todos envolvidos no acidente ainda não foi divulgada pela Petrobras.

Segundo a assessoria do Hospital Unimed Costa do Sol, em Macaé, sete feridos deram entrada na manhã desta quarta-feira (27) na unidade. Eles ainda passam por avaliação clínica. O hospital não soube informar de onde eles vieram.

A empresa confirmou, na manhã desta quarta-feira (27), que as buscas pelos desaparecidos não foram interrompidas durante a madrugada. Apesar da chuva que caiu durante a noite de terça-feira (26) e que dificultou as buscas, o trabalho de resgate continuou, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

De acordo com a Petrobras, o trabalho de resgate é conduzido pela estatal e conta com o apoio de três embarcações e três helicópteros.

A Marinha chegou a divulgar, por volta de 19h de terça-feira, que 16 pessoas haviam sido retiradas do mar, sem especificar o estado das vítimas. Segundo o capitão-de-mar-e-guerra do 1ª distrito naval e comandante da Capitania dos Portos do Rio, Wilson Pereira Filho, havia 20 pessoas a bordo, 17 passageiros e três tripulantes.

Resgate
A Marinha deslocou um navio patrulha para apoiar nas buscas, que estão sendo feitas pela própria Petrobras. De acordo com a estatal, a aeronave fez um pouso forçado no mar - já que possui flutuadores - logo após decolar da plataforma P-18, no Campo de Marlim, a 109 km da costa.

Aeronave
A empresa BHS, proprietária do helicóptero, presta serviços para a Petrobras há 12 anos. Segundo a BHS, a capacidade da aeronave, modelo Super Puma AS332L2, é de 22 passageiros e três tripulantes. A companhia afirmou que o veículo foi fabricado em 2002 e passava por revisões a cada 15 dias.

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, em Brasília, informou que a queda ocorreu por volta das 16h15.

Em julho de 2004, um outro helicóptero da BHS caiu próximo à plataforma P-31. O acidente deixou cinco mortos.

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SUÍCIDIO.COM - SITES QUE AJUDAM ADOLESCENTES A SE MATAR




"Eu acredito que a cadência e a harmonia certas no momento certo podem despertar qualquer sentimento, inclusive o da felicidade nos momentos mais sombrios’’

Essa frase é de um adolescente de 16 anos. Um garoto que amava Radiohead, Mutantes e Vitor Ramil. Foi escrita no dia de seu suicídio. Era parte de sua carta de despedida. Ele dizia aos pais que a música era a melhor maneira de enfrentar o desespero que viria. Antes de começar a morrer, colou a carta no lado externo da porta do banheiro. Acima dela, um cartaz: “Não entre. Concentrações letais de monóxido de carbono”. Vinícius ligou o aparelho de som – “porque é bom morrer com música alegre” – e entrou.

Essa frase escrita na morte se transformou num legado de vida ao ser impressa no encarte do CD que será lançado ainda em fevereiro pela Allegro Discos, com 23 músicas de sua autoria. Parte delas foi entregue aos pais na forma de uma herança às avessas: “Deixei na mesa do computador um envelope vermelho da Faber-Castell que contém um CD com algumas de minhas músicas”. Yoñlu, o título do CD, é o nome com o qual batizou a si mesmo no mundo em que circulava com mais desenvoltura: a internet.

Ambos, Vinícius e Yoñlu, morreram por asfixia por volta das 15h30 de uma quarta-feira de inverno, 26 de julho de 2006. Vinícius foi estimulado ao suicídio e auxiliado por pessoas anônimas na internet. Ele é a primeira vítima conhecida no Brasil de um crime que tem arrancado a vida de jovens de diferentes cantos do mundo – uma atrocidade que poderia ser chamada de Suicídio.com.


Encobertos pelo anonimato da rede, internautas de diferentes nacionalidades têm dito em várias línguas a pessoas muito frágeis, a maioria delas adolescentes: “Mate-se”. O suicídio de Simon Kelly, de 18 anos, em Cornwall, na Inglaterra, foi um dos primeiros sinais de que algo de macabro estava acontecendo no reino da internet. No verão de 2001, o garoto aproveitou uma viagem dos pais para acessar sites sobre suicídio com detalhes técnicos de como poderia se matar. Morreu de overdose enquanto conversava com “amigos” virtuais em uma sala de bate-papo. A banalidade dos diálogos travados enquanto o adolescente tirava a vida é chocante. Ninguém tentou dissuadi-lo ou buscou ajuda. Um internauta procurou apenas convencê-lo a dar uma última olhada no mar antes do fim. Simon respondeu: “Fiz isso no domingo. Vejo vocês do outro lado”. A morte foi transmitida pela câmera do computador.

Somente em 2005, 91 pessoas, a maioria entre 20 e 30 anos, suicidaram-se no Japão, estimuladas por sites na internet. Apenas em um mês, março de 2006, houve três casos de suicídios coletivos combinados em fóruns virtuais no país: 13 internautas morreram. Desde o ano passado, 14 jovens da região de Bridgend, no sul do País de Gales, se mataram. Alguns deles estavam ligados por um site de relacionamento que difundia uma idéia “romântica” do suicídio. O mais velho tinha 26 anos. Nos últimos seis anos, a Papyrus, entidade dedicada à prevenção do suicídio, registrou 27 mortes incentivadas pela internet apenas na Grã-Bretanha. A vítima mais jovem tinha 13 anos.



No mundo virtual não há nenhuma perversão nova, apenas as velhas modalidades que já assombravam as ruas da realidade. A diferença é que, na internet, qualquer um pode exercer seu sadismo protegido pelo anonimato, na certeza da impunidade. Basicamente, a idéia é: “Se ninguém sabe quem eu sou, não só posso ser qualquer um, como posso fazer qualquer coisa”. Megan Meier, uma adolescente americana de 13 anos, foi uma vítima da mais banal das maldades, cuja potência de destruição foi multiplicada na internet. Depois de receber mensagens hostis de um “amigo” virtual no site de relacionamento MySpace, Megan subiu ao 2o andar da casa e se enforcou com um cinto no closet. Josh Evans, um garoto musculoso de 16 anos, louco por pizza, tinha dito a ela: “Você é uma pessoinha de m.... O mundo seria bem melhor sem você nele”. O detalhe: Josh nunca existiu. Era uma criação coletiva de suas vizinhas para se divertir com a menina gordinha.

O brasileiro Vinícius Gageiro Marques deixou o inventário de seu suicídio. Documentou sua morte na carta de despedida impressa em papel e no registro virtual da internet. Seguindo seus passos, é possível chegar ao impasse de uma época em que adolescentes habitam dois mundos – mas os pais só os alcançam em um.

Como Yoñlu, ele marcou seu suicídio no mundo virtual para as 11 horas de 26 de julho de 2006. No mundo real, Vinícius estava havia dois meses em internação domiciliar por determinação de seu psicanalista. Ele era um garoto superdotado, descrito como “extraordinariamente inteligente” e “extremamente sensível”. Filho único do casamento de um professor universitário que foi secretário de Cultura do Rio Grande do Sul com uma psicanalista, ele teve todo o estímulo para desenvolver inteligência e sensibilidade. Alfabetizou-se em francês quando a mãe fazia doutorado em Paris com a historiadora e psicanalista Elizabeth Roudinesco, biógrafa de Jacques Lacan. Mas o mundo doía em Yoñlu, como mostram as letras de muitas de suas músicas. Sua questão não era morrer, mas fazer a dor parar.

Os fones de ouvido eram o caderno dele. Não levava nada, não ouvia o professor e depois passava por média em tudo’’
GENOVEVA GUIDOLIN, orientadora educacional do Colégio Rosário
Vinícius criou uma fantasia para enganar os pais: a de um adolescente “normal”. Disse a eles que queria fazer um churrasco para os amigos, que estava interessado numa “guria”, que preferia não ter os pais por perto. Dias antes, pediu ingresso para um show que aconteceria depois de sua morte, iniciou um tratamento de pele, foi ao supermercado comprar a carne. Simulou um futuro onde não pretendia estar.

Vinícius parecia “curado” no mundo real. Na internet, porém, Yoñlu pedia instruções sobre o melhor método de suicídio. Em 23 de junho, comentou que adiaria sua morte porque muita gente estava elogiando suas músicas. A faixa 10 do CD, “Deskjet Remix”, em parceria com um DJ escocês, tocava em festas eletrônicas de Londres. O mundo virtual de Yoñlu alcançava gente de vários países em sites de suicídio e fóruns de música, com quem conversava num inglês desenvolto.

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